"E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." (Miquéias, capítulo 5, verso 2 – 700 a.C.)
No dia 19 de novembro de 1997 d.C. aconteceu algo extraordinário: Bobbi McCaughey, da cidade de Carlisle, Iowa (EUA), deu à luz a sete bebês saudáveis. Com a notícia do nascimento bem sucedido dos sétuplos, o mundo pareceu fazer uma pausa para refletir, maravilhado e assombrado. Paula Mahone, a médica que fez o parto, expressou o que estava no coração de cada um: "Esta é uma situação singular", disse ela. "Eu consideraria isto um milagre."
Há dois mil anos, ocorreu um nascimento ainda mais extraordinário, singular e miraculoso. Esse não produziu as manchetes que os sétuplos da família McCaughey provocaram. Na verdade, relativamente poucas pessoas souberam que ele havia ocorrido. No entanto, os efeitos desse evento não apenas dividiram nosso tempo em duas partes – a.C. e d.C. –, como também estabeleceram para sempre um testemunho vivo do amor e da fidelidade de Deus. Naquela noite nasceu o Messias. O nascimento de Jesus de Nazaré não foi prematuro, nem tardio. Ele nasceu no tempo exato, de acordo com a agenda profética de Deus (Daniel, capitulo 9, versos de 24 a 26 – 537 a.C.*).
Não se tratou de um acidente, ou de um golpe do destino. Tudo foi planejado, predito e prometido com centenas de anos de antecedência (Gênesis, capítulo 3, verso 15 – 1450 a 1410 a.C. – Primeira promessa de Deus sobre a vinda do Messias).
O nascimento do Messias foi verdadeiramente uma vinda abençoada.
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías, capítulo 9, verso 6 – 740 a 680 a.C.)
Extraído de Mensagem de Natal 2008 e adaptado por Gresenbaun - Kohelet.
* Da emissão da ordem para restaurar e edificar Jerusalém, em 445 a.C, até que fosse morto o Ungido (Messias), 69 "shabuas", ou "semana de anos", o que dá 32 d.C. Nas Escrituras Sagradas, na contagem do tempo, o ano tem 360 dias e os meses são 12 com 30 dias cada, assim temos 445 a.C. + ( 69 X 7 X 360 = 173.880 dias) = 32 d.C.
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